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| 04/11/2008 | 00h00

Ônibus, com menor atividade, aposta no escolar

A Marcopolo preparou o orçamento de 2009 prevendo 5% de queda no nível de atividade e nas vendas internas. “Nessa condição ainda estaremos bem acima do que aconteceu nos anos anteriores” – afirma Paulo Corso, diretor de operações para o mercado interno.

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A Marcopolo preparou o orçamento de 2009 prevendo 5% de queda no nível de atividade e nas vendas internas. “Nessa condição ainda estaremos bem acima do que aconteceu nos anos anteriores” – afirma Paulo Corso, diretor de operações para o mercado interno. Ele considera que o setor de ônibus se beneficia do crescimento do país e da consolidação da economia em novo patamar. “Agora falta crédito, mas acredito que isso se resolverá no médio prazo” - diz. Edson Tomielo, presidente da Neobus, sente que já acontece uma diminuição de pedidos no mercado interno. Ele acredita, por outro lado, que conseguirá ganhar espaço no mercado internacional, graças a nova parceria: “Estamos fortes para isso” – garante, esclarecendo que seus alvos são países da África e América do Sul. Já Vilson Nandi de Medeiros, diretor comercial da Comil, prevê decréscimo de 6% no mercado no próximo ano, o que tornaria 2009 ainda o segundo melhor ano na história do setor. Ao mesmo tempo, diminuiria a pressão e o stress e seria possível trabalhar em manutenção e ajustes na cadeia, com menos horas extras. Empresas do setor de ônibus e fornecedores de chassis, como a Agrale, apontam o programa Caminho da Escola como um dos principais fatores para estimular a demanda de ônibus em 2009.

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