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Indústria de autopeças terá longo período de ociosidade

Autopeças | 19/09/2016 | 20h16

Indústria de autopeças terá longo período de ociosidade

Apesar da perspectiva, Sindipeças aponta que queda parou de se aprofundar

GIOVANNA RIATO, AB

Sem falsas esperanças, Dan Ioschpe, presidente do Sindipeças, admite que a cadeia produtiva ainda tem longos anos de ociosidade para administrar. O dirigente participou do Fórum da Qualidade Automotiva, promovido pelo IQA na segunda-feira, 19, em São Paulo (SP). Em sua apresentação no evento, ele declarou que este é o momento de inflexão na curva de queda da demanda por veículos no Brasil, com início de lenta recuperação. “Com certeza vou errar a projeção, mas apenas em 2022 ou 2023 devemos alcançar os volumes dos recordes recentes”, avalia.

Até lá, ele diz, o setor terá de enfrentar a ociosidade superior a 50% da capacidade produtiva na indústria de autopeças. O caso é mais grave ainda para fornecedores de componentes para veículos pesados, que administram sobra superior a 70% do potencial instalado.

Ioschpe voltou a falar que essa é a pior crise já enfrentada pela indústria de autopeças no Brasil. Segundo ele, a dificuldade está mais relacionada à recente expectativa de crescimento frustrada do que, efetivamente, com o volume atual de produção em torno de 2 milhões de veículos por ano. “Nos preparamos para patamares bem maiores”, observa.

O presidente do Sindipeças fala mais sobre este e outros assuntos na Revista Automotive Business de agosto, disponível aqui em versão eletrônica.

Assista aos principais trechos da entrevista de Dan Ioschpe para a Revista AB:



Tags: autopeças, ociosidade, Dan Ioschpe.


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