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Balanço | 20/07/2016 | 14h00

Ociosidade tem novo recorde nas autopeças

Índice de quase 52% resulta em queda acentuada nos empregos do setor

REDAÇÃO AB

A capacidade ociosa entre os fabricantes de autopeças chegou a 51,6% em maio, marcando um novo e triste recorde terceiro mês consecutivo. Trata-se da maior ociosidade desde que o atual método de medição foi adotado, em 2010.

A baixa ocupação se reflete nos empregos do setor, que de janeiro a maio recuaram 16,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Os números foram divulgados pelo Sindipeças, entidade que reúne fabricantes da indústria de componentes automotivos.

- Veja aqui o estudo do Sindipeças

Nos primeiros cinco meses de 2016, o faturamento do setor recuou 8,7% em relação aos mesmos meses de 2015. Os números negativos resultam da queda de 17,1% das vendas às montadoras, que respondem por cerca de 55% do faturamento total do setor.

As exportações anotaram alta de 5,4% neste mesmo intervalo, mas, quando convertidas em dólar, exibem retração de 17,3%. O mercado de reposição registrou pequeno acréscimo de 1,6% no período. No mês de maio isoladamente, o aftermarket respondeu por mais de 20% do faturamento dos fabricantes. Os negócios intrassetoriais tiveram importante aumento de 6,4% no confronto com o período janeiro-maio de 2015.



Tags: Autopeças, Sindipeças, aftermarket, exportações, montadoras, capacidade ociosa.

Comentários

  • José Américo de Lima

    Parabéns pela nova proposta de Revista!!! Gostaria de ressaltar a gravidade de algumas empresas do setor auto-peças, devido à decisão do Contran de tirar a obrigatoriedade do uso dos extintores nos carros. Só um tradicional fabricante do ABC teve uma queda de mais de 90%, tendo que cortar mais de 500 empregos até o momento. Vale ressaltar que o próprio Contran exigiu desses fabricantes fortes investimentos para atender essa demanda. Essa decisão. atropelou a soberania do Congresso Legislativo e o decreto presidencial de 3 de agosto de 1993, que dispõe sobre a execução do Acordo sobre Regulamentação Básica Unificada de Trânsito, entre Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai, de 29 de setembro de 1992 e desobriga o uso do único equipamento capaz de debelar princípios de incêndio nos carros. Os "recalls" e estatísticas dos Bombeiros mais que justificam. Espero que reflitam e revoguem mais breve possível essa decisão do Contran. Obrigado.

  • José Américo de Lima

    Bom dia! Sugestão à redação, que mostre os comentários das matérias. Isso motivaria ainda mais o interesse e interagir com a revista. Obrigado.

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