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Carreira | 21/03/2016 | 12h27

Yamaha muda comando brasileiro

Otani é o novo presidente e Susini acumula direção comercial de motos

MÁRIO CURCIO, AB

A Yamaha promoveu mudanças importantes no comando. Itaru Otani é o novo presidente da filial brasileira. Ele assume o posto de Shigeo Hayakawa, transferido para a unidade tailandesa da companhia. Ricardo Susini, antes diretor comercial da divisão náutica, acumula a direção comercial para motocicletas, assumindo o posto de Márcio Hegenberg.

Hélio Ninomiya é o novo gerente de marketing e planejamento comercial, substituindo Ricardo Tedesco. A fabricante instalada em Manaus apresentou os executivos durante o lançamento do scooter N Max 160 (veja aqui) e da moto MT-03 (acesse aqui).

A Yamaha vive um período difícil com outros fabricantes do setor. Os cerca de 1,6 mil trabalhadores estão inseridos no Programa de Proteção ao Emprego desde o fim de fevereiro.

Em 2015, a vice-líder de mercado teve 141,3 mil unidades emplacadas, 21,4% a menos que em 2014. E neste primeiro bimestre a retração em motos Yamaha licenciadas chega a 24,5% no confronto com o mesmo período do ano passado. Sua rede já teve cerca de 500 concessionários, número que encolheu para 386 unidades.

Em seu melhor ano no Brasil, 2008, a empresa produziu 328,5 mil motos em Manaus, destinadas ao mercado interno e exportações. Em 2015 o número foi de 137,9 mil unidades, uma queda de 58%.

A Yamaha foi a primeira grande empresa do setor de motos a instalar fábrica no Brasil. A unidade de Guarulhos foi inaugurada em 1974. Em 1985 passou a produzir motocicletas em Manaus. Nestes 42 anos produziu mais de 3,5 milhões de unidades.



Tags: Yamaha, Itaru Otani, Hélio Ninomiya, Shigeo Hayakawa, Márcio Hegenberg, Ricardo Tedesco, N Max 160, MT-03.

Comentários

  • Marcos

    Não adianta trocar a direção da empresa, lançamentos tem prazo de validade no mercado. O que fará a Yamaha voltar a vender bem é baixar esses preços! Quer concorrer com a Honda vendendo produtos (de 250cc para baixo) com basicamente os mesmos equipamentos, em alguns casos com menos tecnologia que a concorrente...

  • Guilherme Barros

    A Yamaha embora tenha importância no cenário mundial no Brasil é uma empresa amadora e medíocre que não respeita seus clientes e não tem menor interesse em ouvi-los, péssimo atendimento se quer possui um SAC com 0800, impõe que os clientes tenham que rodar a quilometragem dentro do prazo de um ano para ter direito a revisão na contra mão de toda concorrência que oferece prazo de um ano ou quilometragem, ou seja, o que ocorrer primeiro. Yamaha Motor do Brasil LTDA é o fim do mundo, não recomendo a ninguém.

  • Ana

    Nãoentendo porque a Yamaha lança motos melhores na Argentina? O mercado brasileiro está em amplo crescimento por conta dos preços altos dos combustíveis! Veja o modelo fiz 150cc, bem melhor que a do Brasil? Assim fica fácil perder mercado! Perder dinheiro e ainda matar de raiva o consumidor brasileiro, que fica com motos obsoletas! Fica aqui a minha indignação com a Yamaha Brasil! E gostaria de saber o porquê? Será que o Sr. Hélio Ninomiya, sabe?

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