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BMW vive bom momento no Brasil
Martin Fritsches é o diretor de vendas da BMW do Brasil

Mercado | 15/08/2015 | 22h30

BMW vive bom momento no Brasil

Fábrica local amplia nacionalização e vendas no País crescem 6%

MÁRIO CURCIO, AB | De Indaiatuba (SP)

Produzindo no Brasil desde o fim de 2014, a fábrica da BMW entra em uma nova etapa em setembro, quando começa a soldar e pintar as carrocerias das Séries 1 e 3 e também dos utilitários esportivos X1 e X3. Até o fim do ano o Mini Countryman (carro da marca inglesa controlada pela BMW) também entrará na linha de montagem de Araquari (SC).

Com os benefícios de quem deixou apenas de importar e se habilitou no Inovar-Auto como fabricante, a BMW registrou 8,7 mil unidades emplacadas de janeiro a julho, crescendo 6,1% sobre o mesmo período do ano passado, enquanto os associados à Abeifa (que reúne importadores e alguns fabricantes como a própria BMW) registraram queda na mesma medida, 6,1%.

Para falar sobre esse bom momento vivido pela empresa, Automotive Business entrevistou o diretor de vendas da BMW do Brasil, Martin Fritsches.

Automotive Business – Embora a venda de carros BMW tenha crescido, de alguma forma a crise deve ter afetado os negócios, como é possível ver pela divisão de motos (-5,9% até julho no confronto com o mesmo período do ano passado). Tem algum modelo ou segmento que poderia ter crescido mais este ano, como a Série 3?

Martin Fritsches – Com a crise e o consequente aumento da taxa de juros, os carros de entrada acabam sofrendo mais, mas a Série 3 continua com fôlego. Outros modelos ganham impulso como o X5 a diesel.

AB – E tem algum tipo de estratégia para contornar esse período econômico e manter as vendas em alta?

MF – Sim. Há negócios complementares como nosso programa de seminovos BMW Premium Select. Ele já tem quatro anos e resulta em uma média de 100 carros por mês. Também temos trabalhado em vendas corporativas, com a oferta de nossos carros para empresas e seus executivos, embaixadas, consulados.

AB – Ainda existe espaço para aumentar a participação da divisão M no Brasil?

MF – Sim. E queremos consolidá-la além de São Paulo, com a possibilidade de realização de test drive dos carros em concessionários de Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília.

AB – Qual o tamanho atual da rede BMW e para onde ela deve se expandir?

MF – Temos 44 revendas e vamos a 52 na virada para 2016. Entre as próximas abriremos uma em Teresina daqui a dois meses e teremos mais concessionárias fora das capitais, como em Novo Hamburgo, Juiz de Fora, Sinop, Piracicaba e Dourados.



Tags: BMW, Martin Fritsches, X1, X3, Mini, Abeifa.

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