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Chery pode pôr fim à greve em Jacareí

Trabalho | 28/04/2015 | 18h02

Chery pode pôr fim à greve em Jacareí

Montadora pediu nova audiência no TRT, que deve ocorrer no próximo dia 30

MÁRIO CURCIO, AB

A Chery solicitou na terça-feira, 28, uma nova audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para dar fim à greve que ocorre em sua fábrica, em Jacareí (SP), desde o dia 6 de abril. A audiência está agendada para o dia 30, quinta-feira, às 13 horas.

O TRT, porém, ainda não oficializou a data da reunião. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, em assembleia ocorrida na segunda-feira os trabalhadores da Chery concordaram com o piso de R$ 1.850 sugerido pelo TRT e pelo Ministério Público no dia 22, mas rejeitado na ocasião pela Chery e pelo sindicato (o valor mínimo praticado pago aos montadores era de R$ 1.199).

Além do piso, os metalúrgicos querem que a Chery assine a convenção coletiva, que em seus 32 pontos concede, por exemplo, 180 dias de licença-maternidade, estabilidade para lesionados e impede a terceirização de atividades-fim. A montadora produz no Brasil o modelo Celer nas versões hatch e sedã. Estima-se que deixou de montar cerca de 450 carros desde o começo da greve.



Tags: Chery, sindicato, metalúrgicos, greve, Jacareí, Celer, TRT, Ministério Público, licença-maternidade.

Comentários

  • Juliana de Souza Oliveira

    Penso que nós clientes da Chery somos as maiores vítimas, agimos inocentemente adquirindo o veículo e não o recebemos no prazo prometido.Desta forma uma empreendedora no Brasil desagrada a clientela e realmente não irá prosperar em um mercado competitivo como o nosso.

  • Adam

    OK por queremos salários melhores, mas toda essa equipe aceitou a contratação sem saber dos seus salários? Ou seja, aceitaram a proposta no dia da contratação e depois cai em cima da montadora querendo alterar o pré-aceito? Não acredito que ao serem recrutados não sabiam de todas as peculiaridades, direitos e deveres. O salário é pouco??? Sim, não é aquelas maravilhas.... Feliz que estão chegando num acordo. Bom pros funcionários e bom pra montadora que teve coragem de inaugurar fábrica aqui.

  • Manuel Máximo

    É até interessante acompanhar esse embate. De um lado, uma cultura não habituada resolver questões trabalhistas pelo diálogo. Do outro, um dos mais radicais sindicatos brasileiros. O Brasil de hoje é assim, indecifrável.

  • Alan

    Quem não tem trabalho aceita qualquer coisa, isso não é motivo para não lutar por melhorias, se for assim ninguém deve receber aumento pois "aceitou ser contratado" pelo salário que inicia na empresa.

  • Celso

    Concordo com o Adam. Se acharam que o salário era baixo, procurassem outro emprego. Será que vão ter competência para isso??? A empresa também está começando.

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