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Mercado | 09/04/2015 | 01h25

Revendas Peugeot passam por reestruturação

Miguel Figari, diretor-geral da montadora, explica como isso vem ocorrendo

MÁRIO CURCIO, AB | De Porto Seguro (BA)

Durante a apresentação à imprensa do Peugeot 2008 (leia aqui), o diretor-geral da montadora no Brasil, Miguel Figari, há cerca de um ano no País e 16 na Peugeot, abordou as mudanças pelas quais a rede está passando.

“Começamos um plano de reestruturação em outubro de 2014, que vai até dezembro de 2015. Até o fim do ano teremos 120 concessionárias”, afirma. Ele explica que esse número aumentará em duas unidades apenas, já que hoje são 118 lojas, mas a renovação implicará o fechamento e reabertura de 20 lojas em outros pontos. “Para a cidade de São Paulo o plano é ambicioso e inclui cinco inaugurações.”

A rede Peugeot chegou a ter 168 revendas. Em 2010 a marca emplacou 90,3 mil automóveis e comerciais leves, número que caiu para menos da metade em 2014, 40,5 mil. Até 2017 a fabricante pretende voltar ao nível de 55 mil carros, resultado semelhante ao obtido em 2013.

“Mudamos o foco de nossos produtos. Não temos mais a linha 207, que nos ajudava a cobrir 50% do mercado brasileiro. Teremos uma rede rentável sem grandes volumes”, afirma Figari. Segundo ele, a intenção é mostrar a Peugeot como uma marca “premium”, de carros mais completos e sofisticados. E as revendas terão de transmitir essa ideia.

“Hoje não há um padrão, mas as concessionárias já passam por um plano de renovação interna, externa e de pós-venda, até porque as oficinas precisaram de mudanças com a chegada do 2008. As alterações incluem a troca do tom de azul e também um novo leão”, conclui o diretor-geral.



Tags: Peugeot, 2008, Miguel Figari, rede, concessionárias, revendas.

Comentários

  • marco Antonio dos anjos

    Conheco a Peugeot desde 2003 , profissionalmente.Atuei na rede e apesar de hoje estar na concorrência , sempre respeitei a proposta da marca, seu inconfundível design e os diferenciais que a marca proporciona. Acredito na sua reestruturação e o seu DNA pegou, hoje tenho 3 Peugeot em casa, 2 206 e 1 207 Passion. Somos uma casa 100 % Peugeot.

  • Edgard

    Prezado Sr. Miguel Figari : caso o 108 esteja pronto, pense na possibilidade de traze-lo ao Brasil (importado). Acredito que será mais um grande sucesso desta conceituada marca em nosso pais !

  • Andre Augusto

    O design, luxo e tecnologia da Peugeot realmente são indiscutíveis. Porém, juntamente com a proposta de se tornar uma marca premium a fabricante deve se preocupar com: o pós-venda das concessionárias (peças e atendimento em geral) que não é nada agradável; imagem de veículos problemáticos, devido problemas mecânicos que muitos deles apresentaram por anos (tanto da peugeot quanto da citroen. Exemplo clássico é o cambio automático AL4, que por anos foi mantido nas marcas apresentando defeito (trancos fortes) nas eletroválvulas e dentro da caixa); e a desvalorização excessiva que os veículos apresentam no momento da revenda. Potencial a peugeot/citroen possui, mas realmente deverá ser feito um trabalho com foco na qualidade e satisfação do cliente para impulsionar a marca. Não adianta o cliente possuir um produto premium que lhe traga "dor de cabeça" ao invés de satisfação.

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