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Mercado | 15/10/2014 | 18h20

Subaru esboça reação e vai ampliar rede de revendas

Empresa quer saltar das 9 concessionárias atuais para 25 em 2016

REDAÇÃO AB

Com vendas anuais abaixo de 2,5 mil unidades desde 2011 e escassos 738 carros entregues em 2013 no Brasil, a Subaru começa a esboçar reação, traçada pelo atual diretor-geral Flávio Padovan, que comanda a marca no País desde junho deste ano. “Nossa intenção é saltar para 4 mil unidades em dois anos”, afirmou o executivo durante a apresentação da linha WRX (veja aqui). “Mas isso dependerá da fábrica e de nós também.” Para 2014 a estimativa é de 1,1 mil carros, o que resultará em alta de quase 50% sobre o ano anterior.

O aumento de vendas requer a ampliação da rede, que hoje tem apenas nove pontos e terminará o ano com dez, já que uma nova concessionária será aberta até o fim do ano em Florianópolis (SC). Em 2016, a empresa pretende saltar para 25 pontos de venda.

Até lá Padovan pretende trabalhar a marca. “A imagem (da Subaru) precisa ser construída porque praticamente não existe (...) Não temos um grande orçamento, mas vamos utilizar os meios off-line, internet, mídias sociais e TV a cabo. Fechamos contrato com uma nova agência publicitária. E estamos construindo um canal de distribuição eficiente. Nossa preferência será por concessionários independentes”, diz.

Das nove revendas atuais, sete são do próprio Grupo Caoa. “Queremos tornar essa relação mais equilibrada”, afirma o diretor comercial e de desenvolvimento de rede, Danilo Rodil. Dos pontos existentes, a maioria fica no Estado de São Paulo. Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal também estão representados.

“As próximas concessionárias serão abertas nas regiões Nordeste e Centro-Oeste”, afirma Rodil. O Estado de Minas Gerais também é cogitado. “Faremos um estudo de geomarketing”, diz.

COTA DE IMPORTAÇÃO PARTILHADA COM A HYUNDAI

A marca Subaru é trazida ao Brasil pelo Grupo Caoa, que também é importador oficial da Hyundai. Dessa forma, a cota de importação livre dos 30 pontos porcentuais extras de IPI (4,8 mil unidades) é partilhada com a marca sul-coreana. Por questões estratégicas, Padovan evitou comentar o assunto e a parcela da cota a ser usada a favor da Subaru.



Tags: Subaru, Caoa, Hyundai, Flávio Padovan, Danilo Rodil.

Comentários

  • Gilvan

    Bem, pelo o que eu puder vê até agora, os carros da Subaru são excelentes, mas a minha preocupação é comprar um carro desse e não ser bem atendido pelo grupo CAOA e também não sei os preços das peças do carro, por exemplo, FORESTER, pois, achei esse carro muito interessante e o XV também. O preços realmente são altos, mas se o carro for isso mesmo, resistente, confortáveis, econômicos etc, vale a pena e durador também. Gostaria de saber se realmente a SUBARU vai crescer mesmo aqui no Brasil. Atenciosamente, abraços e fico no aguardo de uma resposta mais contudente.

  • Norival Cintra

    Tenho e usu um Subaro IMPREZA FABRICADO EM 2009 e adquirido na concessionária da cidade do Recife. O carro é excelente, mas, recentemente em viagem a correia do alternador se rompeu e o veiculo foi transportado pela SEGURADORA PORTO SEGURO para uma das suas oficinas na ciadade do RECIFE . Considerando o tempo de uso do veiculo solicitei que realizasse tambem a trca das correias DENTADA e do Sistema de AR condicionado.Há já 40(quarenta dias) procura-se adquirir as pecas desejadas que não estão disponiveis , pelo que me parece em todo o país, motivo pelo qual desistí de adquirir um FORESTER que me seria muito útil e tive que optar por um ECO Sporte.

  • sidnei mendes

    Penso adquirir um forester. Viajo muito pelo brasil. Como esperar um mês por uma simples correia? Uma marca com apenas 9 revendas, sendo 7 do nivel da CAOA, está muito mal no pós-venda num Brasil com 8.500.000km2.

  • fragoso

    A subaru tem que se livrar da caoa se quiser se firmar no Brasil. O respeito ao cliente no pos-venda é essencial para o sucesso da marca.

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