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Indústria | 13/08/2014 | 23h40

GM prevê queda de 4% a 5% nas vendas de 2014

Munhoz fala sobre mercado, sucesso do Onix, frotistas e layoff em São José

REDAÇÃO AB

Durante a comemoração pelos 40 anos do Campo de Provas da Cruz Alta (veja aqui), o vice-presidente da General Motors do Brasil, Marcos Munhoz, tentou evitar detalhes sobre a iminência de layoff em São José dos Campos, mas falou sobre a retração no mercado local e o bom desempenho de alguns modelos.

“Ainda negociamos com o sindicato (dos Metalúrgicos de São José dos Campos, SP), por isso ainda não há um número. Talvez 800, talvez 1.100 entrem em layoff”, disse o executivo sobre a suspensão de contratos de trabalho de parte da fábrica do Vale do Paraíba. “São José não faz só S10 e Trailblazer, ela abastece também as outras fábricas”, diz, referindo-se à possibilidade de aplicação do layoff em outras áreas que não a montagem de utilitários.

Sobre o investimento de R$ 2,5 bilhões prometido para a produção de um novo carro em São José dos Campos, ele disse: “O produto ainda não está definido nem técnica nem economicamente.” Segundo Munhoz, nenhum outro setor da unidade foi desativado além do MVA (onde deixaram de ser feitos entre 2012 e 2013 os modelos Corsa, Meriva, Zafira e Classic).

GM DEVE ACOMPANHAR QUEDA DO MERCADO

De janeiro a julho deste ano, os emplacamentos da General Motors no País somaram 329,4 mil unidades, resultando em queda de 10,3% ante igual período do ano passado: “Este ano deve fechar 4% a 5% abaixo de 2013, mais ou menos como o mercado como um todo”, crê Munhoz. Sobre o bom momento dos modelos Onix e Prisma, ele diz: “Não é bem uma surpresa. Eles estão dentro do que havíamos progrado.” O Onix teve 81 mil unidades emplacadas este ano, 17,9% acima do mesmo período do ano passado.

Marcos Munhoz também falou da boa aceitação de Spin e Cobalt entre os frotistas: “A Spin foi uma surpresa de verdade, chegando a vender mais que o dobro de Zafira e Meriva juntas. Entre os taxistas, os dois são os que têm a maior demanda e 25% das vendas do Cobalt são para táxi. No Spin essa proporção fica em torno de 15%.”



Tags: Marcos Munhoz, GM, General Motors, layoff, sindicato, metalúrgicos, MVA, Spin, Cobalt, Onix, Prisma.

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