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Balanço | 24/07/2014 | 18h30

Vendas de aço da Usiminas caem 7% no trimestre

Mas empresa consegue reverter prejuízo financeiro com controle de custos

REDAÇÃO AB

A Usiminas divulgou na quinta-feira, 24, balanço financeiro do segundo trimestre deste ano. A empresa vendeu 1,5 milhão de toneladas de aço no período, o que representa uma queda de 7% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, mas aumento de 1% sobre o primeiro trimestre de 2014. Deste total, o mercado interno consumiu 1,2 milhão de toneladas, redução de 13% em relação ao segundo trimestre de 2013 e de 3% sobre o primeiro deste ano.

Mesmo diante do desempenho comercial negativo, a Usiminas informa que registrou lucro líquido de R$ 129 milhões no intervalo de abril a junho, revertendo o prejuízo de R$ 22 milhões no mesmo período do ano passado. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu o patamar R$ 549 milhões, em aumento de 24% na comparação anual.

A Usiminas explica em comunicado que a performance retraída é consequência do desaquecimento da atividade industrial brasileira no período, com impacto nos setores consumidores de aços planos. As exportações suavizaram a queda: foram enviadas 220 mil toneladas no segundo trimestre, avanço de 53% sobre o ano passado.

“Mesmo em um cenário de baixo crescimento econômico e demanda, obtivemos resultados melhores do que o mesmo período de 2013. Isso é fruto de um trabalho rigoroso de controle de custos e de despesas gerais e administrativas, que tem sido desenvolvido continuamente por toda a equipe Usiminas”, comenta Julián Eguren, presidente da empresa.

Ainda de acordo com o executivo, o Grupo Usiminas avança em 2014 mais fortalecido e resistente às instabilidades econômicas e de mercado. “A companhia está em outro patamar de eficiência e lucratividade em relação ao que tinha há dois anos. E isso nos motiva a superar os atuais desafios do mercado olhando para frente, de posse de uma agenda de melhoria contínua.”



Tags: Usiminas, balanço, aço, lucro, vendas.

Comentários

  • mario ferraz de arruda filho

    As usinas americanas agonizam; as usinas europeias trocam de mãos em desespero. Avançam a produção de China e India, excedendo mercados existentes. Nunca fui partidário de protecionismo, mas no caso do AÇO, temos que usar esta capacidade brasileira de proteção para alavancar sua legitima vocação de produtora de aço, que só poderá crescer se assegurar seu mercado e vender menos minério.

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