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Trabalho | 10/06/2014 | 15h07

GM amplia férias coletivas em 3 plantas

Montadora já avisou fornecedores sobre novas paradas em julho

PEDRO KUTNEY, AB

A General Motors decidiu ampliar o corte de produção em suas três fábricas: Gravataí, São Caetano do Sul e São José dos Campos. De acordo com carta encaminhada aos fornecedores assinada pelo diretor de supply chain Fred Roldan, à qual Automotive Business teve acesso, o período de férias coletivas será estendido em todas as três plantas de montagem.

A montadora já havia promovido paralisações na produção de 12 dias a um mês neste mês de junho (leia aqui). Em São Caetano, as férias de 18 dias, de 12 a 29 de junho, serão seguidas de nova parada por mais 18 dias, entre 7 e 24 de julho.

Em São José dos Campos, a parada de 12 dias, de 12 a 23 de junho, para as equipes de produção de motores e transmissões, será repetida por 16 dias em julho, de 7 a 22, para o pessoal das linhas de CKD e da picape S10 e do SUV Trailblazer.

Em Gravataí (RS), as coletivas de um mês somente para o pessoal do terceiro turno, de 12 de junho a 11 de julho, foram estendidas por mais cinco dias, até 16 de julho. A novidade é que os demais turnos também entrarão em férias em julho, de 7 a 16, por 10 dias.

As paralisações são sintoma que o quadro de queda das vendas, domésticas e externas, está se aprofundando. Para conter a formação de estoques, a GM teve de ajustar sua produção para baixo até mesmo onde são fabricados os seus carros mais vendidos, caso de Gravataí, que produz o Onix e Prisma.



Tags: GM, General Motors, férias, coletivas, trabalho, produção, mercado, Gravataí, São José dos Campos, São Caetano do Sul.

Comentários

  • Amaral

    Eu me pergunto! E o nosso governo, o que está fazendo para reverter este quadro. Será que vai esperar o país entrar em colapso ou só está preocupado em não passar vergonha com a Copa do Mundo e projetando toda a sua energia para as próximas eleições? Onde isto vai parar????

  • João Maurício

    Essas montadoras precisam é baixar esses preços abusivos no mercado nacional... o governo não tem que se meter... já concedeu muitos benefícios às montadoras...

  • Luiz Eduardo Mutzberg

    O governo tem de fomentar outras cadeias produtivas, a exemplo do que está fazendo com a indústria naval e civil, necessitamos dar incentivo ao segmento agrícola, ao de eletrodomésticos, moveleiro, informática, pois ai está uma oportunidade para estes profissionais que ficarão de férias, analisarem as oportunidades que outros segmentos oferecem, pois tem demanda por este tipo de profissional no mercado.

  • Carlos Alberto de Oliveira

    Penso que o problema são de todos os envolvidos na cadeia de produção, o governo com seus muitos imposto o que acaba aumentando em muito o preço final de tudo o que é produzido no pais, os empresário que querem ganhar muito com preços abusivos e nós consumidores e compramos compulsivamente ajudando a aumentar os preço devido a grande procura.

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