Automotive Business
Siga-nos em:
AB Inteligência

Notícias

Ver todas as notícias

Legislação | 04/06/2014 | 19h32

Mantega avalia IPI menor para o 2º semestre

Ministro confirma que decisão sobre prorrogação só sai em 30 de junho

REDAÇÃO AB, COM AGÊNCIA BRASIL

O governo vai analisar se de fato haverá aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos. A afirmação é do ministro da Fazenda, Guido Mantega: “Está previsto um aumento do IPI a partir de julho. Não sei ainda se vamos praticá-lo. Vamos avaliar a situação”, disse.

Segundo Mantega, essa análise será feita “na véspera” para decidir se haverá aumento. Em caso positivo, o governo deve ainda analisar se a elevação da alíquota será a mesma anunciada em dezembro de 2013, quando divulgou que o IPI passaria de 3% para 7% no caso de veículos 1.0 e de 7% para 11% no caso dos equipados com motores flex de 1.1 a 2.0 a partir de 1º de julho.

De acordo com reportagem da Agência Brasil, Mantega não garantiu se haverá alguma medida para impulsionar a concessão de crédito para a compra de veículos. “A gente estava estudando alguma maneira de melhorar o crédito. Mas não é certo que a gente tenha essa medida.”



Tags: IPI, Guido Mantega, Fazenda, imposto, alíquota.

Comentários

  • Vanderlei Nicola

    Srs , lamento em ler mais uma vez esta noticia sobre redução de IPI , dias atrás foi Anfavea pedindo apoio a Presidenta ,e´ muita cara de Pau ,será que os CEO s destas montadoras esqueceram que são eles que estão acabando com os potencias consumidores .Vejamos , quando da crise em 2008 foram eles que a mando das matrizes começaram a importar peças de maneira desacerbada prejudicando toda a cadeia de fornecedores principalmente os médios e pequenos , a toda ação uma reação , hoje temos milhares de pessoas desempregadas em função do fechamento de empresas sendo a grande maioria da cadeia automotiva . Pergunto , eles ganham dos dois lados , com seus bancos financiando seus produtos a juros ..... , aperto violento nos seus fornecedores ,que acabam cedendo e entram na espiral do definhamento . Não seria a hora deles fazerem a sua lição de casa ? , abraços

  • Paul Ogden

    Sr Nicola is right. When a government enacts a tax on a particular sector and then balks it is demonstrating either that it has neither commitment nor consensus among the leadership members to follow through. That kind of indecision turns out to be punishment of the innocent. Government leaders thereby increase the expenses of the manufacturer by hobbling there ability to plan for parts, employment, marketing efforts and inventory control because the final retail price is subject to whether or not the tax will be "practiced" (?). The consumer, in anticipation of a price hike due to the tax will do what? Buy less? Buy sooner? Buy more? Buy later? What is the objective of a government that is so inconsistent? Maybe they are waiting so see the scores of the World Cup.

  • Eduardo

    Bem vamos lá, gostei do comentário do Sr. Vanderlei Nicola, esta correto pois essas montadoras praticam negócio desonesto no nosso pais, cobram valores exorbitantes em produtos de pouca qualidade, vemos até em países quebrados aqui da América latina preços bem menores de carros e até gasolina, fazem isso retirando o dinheiro dos brasileiros e enviando para as matrizes que graças ao brasileiro "Status" alavancou novamente a economia dos países ricos, e agora que estamos e "crise" o que eles querem? que o governo continue abdicando de seu imposto, mas eles não reduzem os preços. Pra finalizar governo devia subir IPI ou fazer uma proposta reduzo o IPI e as montadoras reduzem o mesmo valor e mais 10%, senão sem acordo.

Conte-nos o que pensa e deixe seu comentário abaixo Os comentários serão publicados após análise. Este espaço é destinado aos comentários de leitores sobre reportagens e artigos publicados no Portal Automotive Business. Não é o fórum adequado para o esclarecimento de dúvidas técnicas ou comerciais. Não são aceitos textos que contenham ofensas ou palavras chulas. Também serão excluídos currículos, pedidos de emprego ou comentários que configurem ações comerciais ou publicitárias, incluindo números de telefone ou outras formas de contato.

Veja também

AB Inteligência