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Mercado | 26/05/2014 | 16h25

Vendas seguem ritmo de baixa em maio

Média diária de emplacamentos caiu para 12,6 mil, contra 13,5 mil em abril

PEDRO KUTNEY, AB

Os licenciamentos de veículos leves novos na primeira metade de maio apontam para o aprofundamento do movimento de queda do mercado brasileiro. Nos primeiros 16 dias úteis de maio os emplacamentos de automóveis e comerciais leves somaram 202,6 mil unidades, com média de 12,67/dia, segundo dados do Registro Nacional de Veículos (Renavam) repassados a Automotive Business pela consultoria Carcon Automotive. No mesmo período de abril passado, as lacrações totalizaram 215,9 mil, média de 13,5 mil/dia – ou seja, quase mil a mais por dia.

“Para este mês, nossa projeção é de 277 mil emplacamentos de veículos leves, uma queda de 1% sobre abril passado (279,8 mil licenciamentos) e de 7,8% sobre maio de 2013 (300.614)”, estima Julian Semple, consultor da Carcon. A evolução mensal só não será pior porque maio terá 21 dias uteis de vendas, contra 20 em abril passado.

Caso seja confirmada previsão, no acumulado do ano o volume de veículos leves emplacados de janeiro a maio chegará a 1,33 milhão, em retração de 5,2% sobre os 1,4 milhão vendidos nos mesmos cinco meses de 2013.



Tags: Mercado, emplacamentos, vendas, quinzena, maio 2014, Carcon, Renavam.

Comentários

  • Anderson de Almeida Souza

    O consumidor está esperando que o governo anuncie alguma medida para baixar o preço dos veículos e também facilitar o crédito para a compra de veículos. Enquanto estas medidas não forem anunciadas o mercado não irá reagir.

  • Jeferson Neu

    Além da questão dos consumidores, que aguardam preços mais atrativos, as montadoras parecem se aproveitar da situação, para pressionar o governo, no sentido de obterem novos benefícios, ou mesmo uma nova redução do IPI. Certo é que, mesmo considerando que o cenário pode variar de empresa para empresa, uma queda média de aproximadamente 5% nas vendas, não deveria ser suficiente, para provocar paralisação em linhas de produção, férias coletivas, ou até mesmo demissões, como já vem ocorrendo na cadeia de fornecedores de autopeças, mesmo em algumas empresas de maior porte do setor. Questão é. Será que o Governo está disposto a arcar com os impactos negativos das demissões, praticamente às vésperas de uma eleição?

  • Jeferson Neu

    Além da questão dos consumidores, que aguardam preços mais atrativos, as montadoras parecem se aproveitar da situação, para pressionar o governo, no sentido de obterem novos benefícios, ou mesmo uma nova redução do IPI. Certo é que, mesmo considerando que o cenário pode variar de empresa para empresa, uma queda média de aproximadamente 5% nas vendas, não deveria ser suficiente, para provocar paralisação em linhas de produção, férias coletivas, ou até mesmo demissões, como já vem ocorrendo na cadeia de fornecedores de autopeças, mesmo em algumas empresas de maior porte do setor. Questão é. Será que o Governo está disposto a arcar com os impactos negativos das demissões, praticamente às vésperas de uma eleição?

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