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Caminhões seguem em marcha lenta

Mercado | 05/05/2014 | 19h10

Caminhões seguem em marcha lenta

Vendas de veículos pesados têm queda de 13,3% no quadrimestre

PEDRO KUTNEY, AB

Mesmo após a simplificação do acesso aos financiamentos do BNDES/PSI Finame, o mercado de veículos pesados segue em marcha lenta no País. No primeiro quadrimestre do ano, os 13.502 caminhões e ônibus emplacados representam recuo de 13,3% em relação ao número do mesmo período de 2013, segundo dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) divulgados pela associação dos concessionários, a Fenabrave. O resultado amplia ainda mais a queda nas vendas de pesados no ano, que de janeiro a março já atingia 10,4%.

Na comparação com abril do ano passado o retrocesso é ainda mais profundo, de 20,8%. Quando comparadas a março, as vendas do mês passado cresceram 11,6%, mas sobre uma base muito baixa.

CAMINHÕES

Com contratos de financiamento do BNDES que demoraram cerca de 60 dias a ser aprovados antes da simplificação, até o fim de março, e a volta da entrada mínima de 10% do valor do bem no Finame PSI, as vendas de caminhões vêm sofrendo forte retração. De janeiro a abril foram emplacados 41.694 veículos, o que significou baixa de 14%.

As 11 mil unidades vendidas em abril indicam tombo de 21,5% sobre o mesmo mês do ano passado, mas alta de 17,8% diante de março, o que revela certa recuperação do mercado de caminhões.

ÔNIBUS

Embora com tombo mais suave do que acontece com os caminhões, em abril o mercado de ônibus colecionou desempenho negativo em todas as comparações. No primeiro quadrimestre, as vendas de 10,2 mil unidades representaram queda de 9,7% sobre idêntico intervalo de 2013.

Em abril isoladamente, as vendas de 2.476 ônibus significaram recuo de 17,3% sobre o mesmo mês do ano passado e de 9,7% diante de março.



Tags: Mercado, vendas, emplacamentos, licenciamentos, pesados, caminhão, ônibus, Fenabrave, Renavam.

Comentários

  • Afonso Júnior

    Sou motorista, trabalho de funcionário, porém surgiu a oportunidade de agregar um caminhão na empresa que trabalho, fui verificar financiamento junto ao BNDES, sai desmotivado...esses planos do BNDES não é para pobre, para o plano meu primeiro caminhão eles exigiram 30% de entrada, sem entrada é só para quem já possui caminhão, ou então para quem tem uma receita muito alta. Ou seja, só ganha dinheiro que tem dinheiro....Só lamento para nós que não temos.

  • Joao Camara

    Realmente a situação esta desanimadora, tudo esta muito caro, eu estava pagando para trabalhar sem dever nada para ninguém, mas com caminhão muito usado não tem como competir com os conjuntos novos e modernos, O meu medo é dividas..

  • pereira

    Eu estou querendo financiar meu segundo caminhão pelo banco bradesco dano entrada de 25% e mesmo assim não estou conseguindo por motivo da burocracia da agencia e mais quitei meu primeiro caminhão com 21 parcelas pagas ,salvador-ba não quer gente que trabalhe e sim que ande errado !!!!!!!!!

  • ANTONIO TAVARES

    Mas terão que melhorar as condições fazendo com que os profissionais da estrada tenham oportunidade de ter seu caminhão ,pois sem eles o Brasil para... E a cada ano o Brasil produz mais e mais , e principalmente o Estado em moro Mato Grosso ,a agricultura predomina e cresce mais e mais...

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