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Negócios | 29/08/2013 | 16h07

MAN e Mercedes entregarão 1.590 caminhões ao Exército brasileiro

Vendas fazem parte do programa de renovação de frota das Forças Armadas

REDAÇÃO AB

As montadoras de caminhões MAN Latin America, dona da marca Volkswagen Caminhões e Ônibus, e a Mercedes-Benz anunciam que assinarão nas próximas semanas contratos de venda de um total de 1.590 caminhões ao Exército brasileiro, como parte do programa de renovação da frota das Forças Armadas do País. Do total do lote, 860 unidades serão do modelo VW Worker 15.210 4x4 e 730 caminhões serão do modelo Atego 1725 4x4. Os veículos servirão no transporte das tropas em missões do Exército.

O edital que licitou o lote contemplado pelas duas montadoras foi dividido por área de distribuição. Na próxima semana, a Mercedes-Benz assinará o contrato de fornecimento das primeiras 150 unidades de seu lote de 730 caminhões, que deverão ser entregues em até 240 dias. Todo o lote de 1.590 prevê o período de até um ano para a entrega total dos veículos.

Até 2007, quando a MAN Latin America venceu a primeira licitação para fornecer veículos às Forças Armadas, a Mercedes-Benz mantinha hegemonia de 50 anos como única fornecedora. Para homologar seus veículos, a MAN submeteu seus produtos a um processo rigoroso do Exército, que inclui rodagens por terrenos arenosos, alagados e com lama, além de manobras de embarque aéreo e marítimo, transporte de pontes, uso de biodiesel B2 (com 2% de mistura ao diesel convencional) e testes de balística para comprovar resistência da cabine a estilhaçamentos.

Com os novos caminhões, a frota da Volkswagen no Exército brasileiro chegará a 5 mil veículos. A Mercedes-Benz informa que a frota total das Forças Armadas está em aproximadamente 10 mil veículos.



Tags: MAN Latin America, Mercedes-Benz, Atego, Worker, Exército, Forças Armadas, renovação, frota.

Comentários

  • wladimir ss cardozo

    Parabens ao exercito pela exelente compra, ainda é pouco para as dimensões territoriais brasileiras. Espero que num futuro proximo, estas decisões possam dar uma nova pespectiva a industria belica brasileira, que além de ter um grande impacto na geração de empregos e novas tecnologias produzidas pelas forças armadas em parceria com a iniciativa privada. Temos todas as condições de tornar o brasil numa potencia fabricante de novas armas com tecnologia de ponta como já fomos num passado recente, por exemplo, a engesa. Somente quem já passou pela tropa sabe das nescessidades de modernização das forças. Parabenizo também pela exelente materia. Abraços. Wladimir.

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