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Trabalho | 25/04/2013 | 12h22

GM: greve em Gravataí não para toda a produção

Montagem de veículos na planta gaúcha só cessou durante as assembleias

MÁRIO CURCIO, AB

Após rejeitar as propostas da General Motors, os trabalhadores dos três turnos da unidade de Gravataí (RS) entraram em greve na quarta-feira, 25. Eles reivindicam reajuste salarial de 12%, piso salarial de R$ 1.712, abono de R$ 4,5 mil e R$ 12 mil pelo Programa de Participação nos Resultados (PPR).

Os valores oferecidos pela montadora foram de 8,29% de reajuste, R$ 1.170 de piso, R$ 2,8 mil de abono e R$ 8.650 de PPR. Segundo a General Motors, a produção somente foi interrompida durante as assembleias realizadas, uma na transição do terceiro e primeiro turnos e outra no início do segundo.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí, Valcir Ascari, confirmou a entrada de trabalhadores na fábrica. Nem o sindicato nem a GM informam quantos dos cerca de 1,2 mil carros montados por dia deixaram de ser produzidos.

A General Motors entrou com uma ação de dissídio coletivo no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Uma audiência de reconciliação está marcada para a manhã de sexta-feira, 25, no TRT de Porto Alegre (RS), e pode pôr fim à greve. A GM de Gravataí produz os modelos Celta, Onix e Prisma.



Tags: GM, General Motors, PPR, Gravataí, Valcir Ascari, Celta, Onix, Prisma.

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