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Indústria | 13/03/2013 | 16h36

Audi se habilita ao Inovar-Auto como importadora

Empresa trará 3.786 carros com a redução de IPI; alemães consideram volta do A3 ao Paraná

REDAÇÃO AB

A Audi se habilitou como importadora no novo regime automotivo brasileiro, o Inovar-Auto. A portaria publicada no Diário Oficial da União autoriza a empresa a aplicar a dedução de 30 pontos porcentuais sobre Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a 3.876 veículos importados diretamente pela empresa até o fim de 2013 - abaixo, portanto, do teto permitido de 4,8 mil unidades, o que se explica pela média de vendas da marca de 2009 a 2011 abaixo do volume máximo. Em 2009, a empresa estava lançando o Q5 e iniciava sua ofensiva de produtos. Não havia A1, Q3 e A5, entre outros modelos importantes para o País.

A Audi prevê a venda de 7 mil unidades no Brasil até o fim deste ano e, por isso, informa que a cota concedida sem a tributação extra não resultará em mudanças em sua tabela de preços.

PARANÁ PODE MONTAR A3 NOVAMENTE

A Audi pode voltar a montar o A3 em São José dos Pinhais, no Paraná, a partir de 2014. Segundo informações concedidas ao jornal O Estado de S. Paulo pelo diretor mundial de compras da montadora alemã, Bernd Martens, isso depende da aprovação de um estudo de viabilidade. O executivo afirmou que a Audi usará “o máximo de sinergia possível com a Volkswagen” para atender ao novo regime automotivo. “Precisaremos ter pelo menos 55% de índice de nacionalização de peças”, disse Martens ao jornal.

Ele avalia que a fábrica de São José dos Pinhais, onde o A3 foi montado entre 1999 e 2005, precisaria de expansão para voltar a fazer modelos da Audi. O executivo prevê que a formação do parque de fornecedores pode levar mais tempo que a própria ampliação da unidade.



Tags: Audi, Inovar-Auto, IPI, São José do Pinhais, Paraná, Bernd Martens, Volkswagen.

Comentários

  • Joao

    Como não vai haver redução de preços? Recebem isenção fiscal e vão simplesmente embolsá-la, mantendo os atuais preços absurdos, e ninguém vai fazer nada? A justificativa de que vão inportar 7 mil e receberam isenção para 4 mil unidades também não se justifica já que, no mínimo, deveriam aplicar a isenção pró-rata entre todos os modelos importados, ou aplicá-las a determinados modelos em detrimento de outros, por exemplo...

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