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Lançamentos | 30/08/2012 | 13h06

VW Golf chega à sua sétima geração na Europa

Apresentação do hatch ocorre em 4 de setembro em Berlim, na Alemanha

MÁRIO CURCIO, AB

No dia 4 de setembro, a Volkswagen apresentará em Berlim, Alemanha, a sétima geração do Golf. O evento será transmitido via satélite. A empresa revelou alguns detalhes do carro. Já se sabe que sua nova plataforma, MQB, será aproveitada em outros projetos. O carro usa maior quantidade de aços de alta resistência, com redução de peso em 100 quilos, mede 4,25 metros e tem 2,63 metros de distância entre eixos.

Como comparação, o Golf produzido no Brasil, derivado da quarta geração (lançada na Europa em 1997), é 5 cm mais curto e tem 12 cm a menos de entre-eixos. Esta medida tem relação direta com o espaço interno e, portanto, conforto. A sétima geração do hatch estará também no Salão de Paris, que começa em 27 de setembro.

O Golf brasileiro é produzido em São José dos Pinhais (PR) desde o fim dos anos 1990. Utiliza a mesma plataforma da primeira geração do Audi A3, que também foi montado no Paraná. Pela força da marca VW e com a ajuda de uma grande rede de concessionárias, o carro é o quarto hatch médio mais vendido no Brasil, apesar de ter recebido apenas face-lifts desde sua nacionalização.

Como comparação, o Fiat Bravo, bem mais atual, ocupa a sexta posição no mesmo ranking. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, a VW paranaense monta em média 42 unidades do Golf por dia. Lá também são feitos o Fox (739 carros/dia), o Crossfox (79 unidades diárias) e parte da linha Spacefox (74/dia).



Tags: Golf, Volkswagen, VW, São José dos Pinhais, Paraná, Fiat Bravo, Fox, Crossfox, Spacefox.

Comentários

  • Paulo

    Parabéns para a VW que consegue fidelizar seus clientes com uma grande rede de concessionárias, boa qualidade de seus produtos e o mais importante, baixo custo de manutenção. O brasileiro leva muito em conta o valor de revenda do carro ao decidir pela compra e em especial o custo de manutenção impacta de forma decisiva neste aspecto. Eu queria comprar um Peugeot 307 usado porque o preço é muito bom e o carro vem com air bags e bem equipado. Desisti quando soube do custo do seguro que segundo fui informado é alto em função do custo das peças de reposição. O consumidor não é ingênuo e o ciclo se fecha, o 308 vende pouco porque o valor de revenda é baixo em função do custo das peças e do valor do seguro. Isso explica em parte por que um produto tão antigo consegue se manter em 4o lugar em vendas, além de ser confiável. Gosto muito do 308 e do Bravo da Fiat, são modernos e bem equipados porém a forte desvalorização seria um fator impactante para mim também.

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