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Trabalho | 21/08/2012 | 22h43

GM discute demissões na quinta-feira

Encontro com sindicato avalia situação de 940 empregados de São José dos Campos

AGÊNCIA ESTADO

Representantes da General Motors do Brasil e do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos (SP) vão se reunir na tarde de quinta-feira, 23, para avaliar a situação dos 940 funcionários que tiveram os contratos suspensos temporariamente (layoff) no último dia 4. O encontro é o primeiro após o acordo firmado no início de agosto entre a empresa e os metalúrgicos da unidade da montadora de São José dos Campos que, além do layoff, prevê um novo programa de demissão voluntária (PDV).

Quando firmou o acordo para evitar demissões, a empresa informou ter 1.840 funcionários excedentes na linha de montagem dos modelos Corsa, Meriva e Zafira, cuja produção parou em julho, e do Classic, que deve deixar de ser fabricado na unidade. A GM manteve apenas 900 empregados no setor MVA e espera que esses aceitem o PDV proposto.

Os funcionários excedentes podem ser demitidos caso a unidade não entre no programa de investimentos da GM. Isso ainda não aconteceu pelo impasse criado entre a montadora e trabalhadores em reuniões iniciadas há dois anos. A empresa quer a criação de um banco de horas, a redução de salários e jornada de trabalho flexível, proposta não aceita pelos metalúrgicos de São José.

Ao todo, a GM tem 7,5 mil funcionários no complexo industrial de São José dos Campos, o maior da empresa na América do Sul, onde também fabrica a linha de picapes S 10, motores, transmissões e alguns componentes. Além da reunião para discutir o acordo, montadora e sindicato realizam na sexta-feira, 24, a primeira rodada de negociação da campanha salarial de 2012. Os metalúrgicos pedem reajuste de 12,86%.



Tags: General Motors, GM, São José dos Campos, demissões, layoff, sindicato, Corsa, Meriva, Zafira, Classic.

Comentários

  • Pedro Antonio de Souza

    Ninguém consegue manter qualquer operação onde tem sindicato do CONLUTAS. Eles são totalmente intransigentes, se preocupam mais com a filosofia deles do que com o bem estar e com o emprego dos trabalhadores. Onde tem CONLUTAS podem fazer pesquisa ou fecha a fábrica ou reduz drastcamente. É esse o resultado de anos de intrasigência, bem que a direção da GM tentou, mas é impossivel manter uma Fábrica competitiva em bases do CONLUTAS.

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