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Tecnologia e Engenharia | 24/02/2012 | 17h21

Motoristas querem comunicação e segurança nos veículos

Pesquisa da Accenture aponta que o carro básico ficará cada vez mais incrementado

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Redação AB

Pesquisa da consultoria Accenture aponta que a demanda dos consumidores por veículos equipados com sistemas de segurança e tecnologias de comunicação está em expansão. O estudo, realizado em dezembro de 2011 com 7 mil motoristas de sete países (incluindo o Brasil), indica que até os clientes de carros populares ficaram mais exigentes. “Os sistemas de entretenimento de bordo estão rapidamente se tornando parte do mercado de massa”, avalia Carlos Pedranzini, do segmento automotivo da companhia.

O levantamento, realizado nos Estados Unidos, França, Itália, China, Malásia, Coreia do Sul e Brasil, concluiu que 75% das tecnologias mais procuradas pelos consumidores estão relacionadas à segurança. Dos participantes da pesquisa, 63% declararam ter interesse em utilizar recursos de comunicação nos veículos. Entre as tendências detectadas no estudo está o aumento da oferta de sistemas de alerta de mudança de faixa e pontos cego, indicada por 91% dos participantes.

Para 83% dos motoristas ouvidos, o veículo deveria contar com tecnologia capaz de pedir atendimento mecânico automaticamente em caso de quebra, identificar sinalizações de tráfego e emitir alertas de congestionamentos. Sensores de ré são importantes para 72% dos entrevistados, já 73% deles gostariam de ter um carro que fizesse chamadas de emergência e interrompesse o funcionamento caso o motorista sofresse um mal súbito, como ataque cardíaco, por exemplo.

A demanda de 59% dos participantes é por controles para os seus smartphones acoplados ao volante. Já 58% deles gostariam de ler e ditar e-mails no carro, a partir de um painel que apresentaria ainda informações de velocidade e de tráfego.

A Accenture calcula que a inclusão de tecnologias de bordo pode adicionar até US$ 200 em receitas por veículo anualmente nos mercados maduros. A empresa estima que o mercado global do segmento vai ultrapassar US$ 70 bilhões em 2012 e US$ 80 bilhões em 2014.

Na visão da consultoria, os novos padrões de consumo do mercado automotivo trarão desafios para as montadoras. “À medida que o desejo do consumidor por tecnologias cresce, será importante que os fabricantes de veículos busquem parcerias para oferecer soluções integradas e sustentáveis”, analisa Pedranzini.



Tags: veículos, comunicação, segurança, tecnologia, Accenture, pesquisa.

Comentários

  • jorge almada

    Tenho assistidos inúmeros vídeos de veículos pegando fogo, normalmente um carro popular quando inicia a chama na parte frontal do veículo, a chama leva aproximadamente 3 minutos para atingir sua parte interna (painel) e mais 4 minutos para concluir toda a combustão interna, ou seja após 7 minutos o tanque já esta em combustão. Estatísticas de Incêndios no Estado de São Paulo Corpo de Bombeiros Automóveis = 76 % Outros = 24% Fonte: A importância do Extintor veicular . Nonos Prevenção Online Quanto a resistência a colisão o Brasil todo já conhece o CRASH TEST e são poucos que cobram melhorias das performance quanto a preservação estrutural e/ ou mesmo reforços estruturais e projetos mais seguros , compra-se automóveis por beleza, luxo, e design , etc. mas não se compra pensando em segurança.

  • jorge almada

    O lucro está acima da preservação da vida e se pessoas como eu não continuar a insistir em divulgar nos meios de comunicação estes elementos e cobrar melhorias , poucas coisas serão feitas ou se levará muito tempo para corrigi-las. Abaixo, acrescento uma normalização do Contran, veja o absurdo a que ponto chegou.Estes Dados estão na Internet, fabricante de material plástico (ABS) para interiores dos automóveis. Em termos mundiais o crescimento anual dos aditivos antichama é de cerca de 8-10% devido às grandes exigências impostas pelos órgãos governamentais em determinadas aplicações. No Brasil o consumo ainda é considerado muito pequeno, pela inexistência de leis que regulamentem e exijam a utilização eficaz. Por exemplo, na indústria automobilística a exigência para a velocidade máxima de propagação do fogo nos revestimentos internos é de 80 mm/min nos países desenvolvidos; esta exigência no Brasil, pelo Contran, é de 250 mm/min e ainda desobriga ônibus e caminhões.

  • jorge almada

    As Engenharias buscam fazer autos mais leves, chapas de aço finas com objetivos de redução de peso( economia de combustível) , redução de custos e energia de impacto. Cabe lembrar que as chapas tem que ter um mínimo de espessura pelo menos para suportar após a colisão uma estrutura suficiente para impedir a total desintegração do veículo. Nos carros populares no Brasil sentimos como se estivemos dentro de uma lata de alumínio (refrigerantes), face a facilidade que se amassam e mutilam. . Jorge AlmadaSão José dos Campos, SP No Brasil o carro popular custa muito caro , a margem de lucro é altíssima e nossas autoridades pouco cobram sobre a melhoria da segurança veicular. Os nossos automóveis são os mais caros do mundo.

  • jorge almada

    Recentemente tive a infelicidade a presenciar a morte de duas pessoas CARBONIZADAS após colisão frontal entre dois automóveis. As chamas propagaram rapidamente consumindo um dos autos em poucos minutos, foto na site UOL- carros populares armadilhas humanas.

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