Automotive Business
  
ABLive

Notícias

Ver todas as notícias

Elétricos e híbridos | 01/06/2011 | 23h00

Nissan Leaf com preço semelhante ao do Honda Civic

Para Meunier, este seria o patamar adequado para o veículo no mercado brasileiro.

Giovanna Riato, Automotive Business

NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS EM QUALQUER LUGAR
Email RSS Twitter WebTV Revista Mobile Rede Social


Giovanna Riato, AB

A Renault Nissan assinou nesta quarta-feira, 1º, um protocolo de intenções para fornecer à prefeitura de São Paulo uma frota do carro elétrico Leaf. Se for concretizado, o acordo será o primeiro passo de um modelo zero emissão no Brasil. Por outro lado, mesmo com a parceria, vai demorar para o consumidor brasileiro ter acesso a esta tecnologia.

O presidente da Nissan para o Brasil, Christian Meunier, defende que o preço adequado do Leaf no mercado nacional seria próximo ao que se paga por um Honda Civic, que varia de R$ 70 mil a R$ 110 mil. “Assim o elétrico ficaria mais competitivo por apresentar custo menor de manutenção e combustível”, defende.

No entanto, chegar a este patamar não será fácil. Além de desenvolver uma legislação para veículos elétricos, o Brasil precisará oferecer uma boa quantidade de incentivos para balancear o custo de produção mais alto do modelo. Um exemplo é a Venezuela, onde carros híbridos têm volume de vendas garantido por apresentar preço inferior na comparação com versões a combustão.

Por enquanto, os zero emissão só tem condições de circular no Brasil em demonstrações ou frotas de órgãos públicos. A Mitsubishi, que tenta emplacar o também elétrico i-Miev, já anunciou que, se estivesse a venda, o compacto custaria R$ 200 mil. A Nissan não revelou o preço de importar o modelo com a legislação atual mas certamente o custo fica bem distante do aceitável.



Tags: Nissan, Leaf, Honda, Civic, carro elétrico, legislação.

Comentários

  • João Cardoso

    Aguardo ancioso a chegada dos automóveis elétricos. O governo precisa fazer com que tenham preços razoáveis. Com preços de carros de luxo não farão diferença.

  • Sandro Lopes

    Sará a velha queda de braço. De um lado os magnatas donos do petróleo que boicotam arduamente essa iniciativa e do outro os cidadãos que tem plena convicção da viabilidade desse meio de transporte. O grande problema é que as autoridades que deveriam legislar a favor do povo e incentivar essa idéia, fazem justamente ao contrário inventando aqui em São Paulo, uma porcaria de "inspeção veícular" com "intuito" de tentar melhorar os índices de poluição da cidade. Ora, vejam. A solução esta debaixo do nariz e eles fazem de conta que ela não existe e quem perde é a população, mas a roda do captalismo todo ganha: O ramo farmaceutico, as auto peças, os postos de combustiveis... Precisamos nos unir para colocarmos de vez por todas esse imperio abaixo

  • Carlos

    Acho uma excelente ideia a entrada desses carros no Brasil especificamente no que se refere à redução de poluentes. Contudo, o preço ainda é ainda é inconcebível para um carro que desperta desconfiança em todos os sentidos principalmente no que se refere a desempenho. Vamos ver como eles vão se comportar em São Paulo para termos a dimensão exata da sua viabilidade aqui!

Conte-nos o que pensa e deixe seu comentário abaixo Os comentários serão publicados após análise. Este espaço é destinado aos comentários de leitores sobre reportagens e artigos publicados no Portal Automotive Business. Não é o fórum adequado para o esclarecimento de dúvidas técnicas ou comerciais. Não são aceitos textos que contenham ofensas ou palavras chulas. Também serão excluídos currículos, pedidos de emprego ou comentários que configurem ações comerciais ou publicitárias, incluindo números de telefone ou outras formas de contato.

Veja também

ABTV

AB Inteligência