ANÁLISE

Ivan Witt | BIOGRAFIA

RH E VIDA CORPORATIVA

People Analytics, IoT, BI e outras coisas mais


Novas palavras, expressões e siglas podem levantar dúvidas sobre o futuro


Frequentemente, essas palavras e surgem no ambiente de negócios, causando dúvidas sobre o que está acontecendo e como isso impactará nossas vidas daqui para frente. Para esclarecer melhor o tema é preciso detalhar um pouco mais esses termos. Por isso aí vai um pequeno sumário:

People Analytics: análise de dados aplicada à gestão de pessoas.

IoT ou Internet of Things: a internet das coisas é uma rede de objetos que possuem tecnologia embarcada, sensores e conexão com rede capaz de coletar e transmitir dados.

BI ou Business Inteligence: método que visa a ajudar as empresas a tomar as melhores decisões de negócio, mediante dados e informações recolhidas pelos diversos sistemas de informação.

Usando esses conceitos é possível elaborar uma visão de como as organizações operarão nesse contexto.

Selecionaremos e treinaremos indivíduos para melhor promover nossas empresas, gerando produtos e serviços de valor à sociedade, expandindo nossos negócios, criando crescimento e mais empregos. Com a ajuda da tecnologia, nossas análises não serão restritas a clientes, mas também aos produtos, que informarão em tempo real dados sobre seu funcionamento ou do ambiente que estão operando. Para dar sentido a toda essa massa de dados teremos que transformá-la em informação relevante para tomada de decisão.

Perceba, não é tão distinto do que vimos até agora. Pela educação formam-se profissionais competentes, que criam produtos e serviços adequados e os aprimoram ou os extinguem de acordo com seu desempenho. A diferença se dá na velocidade com que isso acontece. Falamos de sistemas com capacidade de aprendizado e criação automática de soluções. Um mundo onde homens e máquinas interagem numa escala e periodicidade que jamais experimentamos, numa escala exponencial que nos impossibilita prever o futuro e seus desdobramentos com muita assertividade.

Aterrorizante? Talvez, para nós que observamos o nascer dessa era, mas com certeza não para o bebezinho recém-nascido, que crescerá dentro desse contexto. Douglas Adams, inglês, escritor e comediante britânico, autor do livro O Guia do Mochileiro das Galáxias, considerava a tecnologia como um exemplo prático da evolução humana, como ele mesmo nomeou as quatro Idades da Areia; telescópios, microscópios, chips de silício e a comunicação via internet, por meio de fibras óticas, que revolucionou a forma de como os seres humanos se comunicam uns com os outros, assim como nossa forma de pensar e reagir ao mundo. Ele criou um conjunto de regras que descreve nossas reações às novas tecnologias:

- Tudo o que existe no mundo quando nascemos é normal, comum e é só uma parte natural do jeito que o mundo funciona.

- Tudo o que é inventado quando temos entre 15 e 35 anos é novo, estimulante e revolucionário e podemos provavelmente ainda desenvolver uma carreira nessa área.

- Tudo o que é inventado depois de termos 35 anos é contra a ordem natural das coisas.

Pergunte aos jovens com os quais você se relaciona se sabem o que é e para que serve uma ficha telefônica. O novo sempre foi e será assustador. Lembre-se de que a evolução da tecnologia só é possível porque também segue em aprimoramento permanente, desde seu surgimento, a maior criação de todos os tempos, o ser humano.

QUEM É QUEM NO SETOR AUTOMOTIVO

Encontre empresas e profissionais do setor.
Confira seus perfis e biografias.

Encontre empresas e profissionais do setor.

Encontre empresas e profissionais de comunicação.

Confira seus perfis e biografias.