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Opinião | Julian Semple |

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Julian Semple

Mudanças nas importações

Latinos sobem e asiáticos descem

De janeiro a novembro deste ano, 23,2% dos quase 3,3 milhões de veículos comercializados no mercado interno foram importados. Nos últimos dois meses foi possível detectar mudança na origem dos veículos produzidos em outros países e vendidos no Brasil. Enquanto a participação de automóveis e comerciais leves originários da Argentina e do México está em expansão, o emplacamento de veículos trazidos da Ásia está em queda.



O adicional de 30 pontos no IPI de modelos importados, que entrou em vigor em setembro e depois foi adiado para dezembro, é a principal explicação para a desaceleração das vendas de carros asiáticos. A queda, no entanto, não foi generalizada.

A Hyundai, por exemplo, registrou em novembro o maior volume de licenciamentos do ano, com 10,5 mil unidades. A marca impulsionou as vendas com o lançamento do Elantra e do Veloster. Por outro lado, a também coreana Kia viu as vendas minguarem de 9 mil veículos em setembro para 4,8 mil em novembro.

Já entre os carros trazidos da Argentina, são destaque os bons volumes de venda do Renault Fluence, da Volkswagen Amarok e o lançamento da Toyota Hilux e SW4. Os modelos fabricados no México alcançaram recorde histórico, com 12,9 mil unidades comercializadas no Brasil durante o mês. O volume ameaçou desbancar a Coreia do Sul da segunda posição do ranking de vendas de importados.

Os responsáveis pelo bom desempenho dos carros mexicanos no Brasil foram o Volkswagen Jetta, o recém-lançado Nissan March e o Honda CRV. Nissan Versa e Fiat Freemont também aceleraram as vendas.

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