ANÁLISE

AUTOINFORME

Motorista acelera quando adrenalina aumenta


Estudo mostra que comportamento ao volante é influenciado por questões externas


O comportamento na direção depende do estado de ânimo do motorista, que pode ser influenciado pelas situações do dia a dia, por problemas familiares, profissionais ou pelo estresse. Um estímulo vindo de fora também pode provocar direção mais agressiva, assim como uma situação de relaxamento pode resultar em displicência.

Investigação feita com um simulador de direção pela Universidade de Leicester revelou o comportamento de um motorista influenciado por um jogo de futebol que escutava pelo rádio. Quando o ritmo do jogo do seu time aumentava, com o avanço para o ataque e a iminência de marcação de gol, o condutor tendia a acelerar o veículo acima do normal. Durante o ataque de seu time, o motorista pisou fundo no acelerador e aumentou a velocidade do carro de 110 km para 124 km/h em 22 segundos.

Ficou claro que qualquer coisa que mexe com as emoções provoca mudança no comportamento do condutor, com o aumento da adrenalina. Você já deve ter tido vivenciado uma discussão enquanto estava ao volante. Com certeza suas reações ficaram exacerbadas.

Por isso, a recomendação é manter um estresse mínimo. Sem exagerar na adrenalina e também sem relaxar ao ponto de cochilar ao volante. Em caso de partida decisiva do seu time, assista o jogo em casa, pela TV.

SALVE AS EXPORTAÇÕES
A produção de veículos cresceu 23,4% até maio deste ano e já passou de um milhão de unidades: 1,037 milhão. Mas grande parte desses carros foi exportada para nossos vizinhos latino-americanos. Só a Argentina comprou sete de cada dez carros vendidos no exterior, 213 mil unidades. O México levou outros 40 mil e Chile, Uruguai e Peru duplicaram as suas importações. Quer dizer: as exportações estão salvando a indústria de veículos, porque as vendas internas continuam empacadas. A produção em maio foi de 237,1 mil unidades, melhor desempenho desde março de 2015.

ONIX SUPERA GOLPE

A surpresa do ranking de vendas por modelo em maio foi o bom desempenho do Onix. Líder, o hacht da GM ampliou as vendas, chegando a 15 mil carros, isso logo após ter recebido nota zero em segurança em teste do Latin NCAP.

LUGAR DE LIXO É... NA RECICLAGEM
Somado, o lixo que cada brasileiro produz por ano, 387 kg, daria para encher 220 Maracanãs: são 79 milhões de toneladas, um problema e um desafio para a humanidade. As pessoas não percebem que a questão do lixo não acaba quando ele é jogado fora. Na verdade, é aí que começa o problema.

A geração de lixo aumentou 29% no Brasil de 2003 e 2014, para um crescimento populacional de 6%; isso é reflexo do aumento do consumo, o que é positivo, porque um maior número de pessoas passou a ter acesso a produtos industrializados. Mas aumenta também o problema da geração de resíduos sólidos. A ordem é reduzir ao máximo o número de embalagens, optando por produtos a granel sempre que possível e reutilizando vasilhames, além de reciclar todo e qualquer tipo de material, o que leva à economia de insumos e de energia.

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Este artigo foi publicado originalmente na Agência Autoinforme
joelleite@autoinforme.com.br

Comentários: 1
 

GIAN
09/06/2017 | 10h49
"ONIX SUPERA GOLPE" DEVERIA SER "BRASILEIRO CONTINUA COMPRANDO GATO POR LEBRE" .... POVO INOCENTE!

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