ANÁLISE

AUTOINFORME

Jeep e Nissan crescem mais em 2017


GM e Ford também aumentaram as vendas no bimestre


Mesmo diante de um mercado fraco – queda de 5,4% em relação ao sofrível primeiro bimestre do ano passado –, algumas marcas estão se dando muito bem neste início de ano, com aumentos expressivos de emplacamentos. Casos da Jeep e Nissan, as duas que mais ampliaram as vendas: a Jeep vendeu no período 11.697 unidades, contra 9.129 no mesmo período do ano passado, o que significa um aumento de 28,1%; e a Nissan registrou alta de 27,1%, com 10.473 carros vendidos este ano, ante 8.241 no primeiro bimestre de 2016.

Na Jeep, além das boas vendas do Renegade, a grande procura pelo Compass contribuiu para o crescimento da marca, enquanto o Kicks impulsionou as vendas da Nissan (2.086 unidades em fevereiro).

Entre as dez marcas melhor classificadas no ranking, aparecem duas grandes do mercado brasileiro na lista das que mais cresceram, GM e Ford: a primeira com aumento de 4,1% (vendeu 50.857 este ano) e a segunda com 3,2% (25.626).

As demais líderes (veja ranking abaixo) tiveram queda ainda maior do que a média do mercado: Volkswagen (-12.8%), Fiat (-12,9%) e Hyundai (-15,5%) foram as que mais perderam da lista das dez mais, mas Toyota, Renault e Honda também venderam este ano menos do que no primeiro bimestre do ano passado.

Várias marcas com presença insignificante no mercado aumentaram as vendas, mas vale destacar as marcas de luxo Jaguar, Lexus, Porsche e Mini, que venderam mais do que em 2016. A Jaguar, a que mais cresceu no ano passado, repete o desempenho este ano: avançou 73% no primeiro bimestre, aumentando o volume de vendas de 101 para 175 unidades. Destaque também para a JAC, que expandiu as vendas em 7,6%.

Outras marcas de luxo perderam, casos da Volvo (-17,4%), BMW (-23%), Audi (35%) e Land Rover (-38,4%). Kia (-44,7%), Chery (-41,7%) e Lifan (-51,2%) também desceram a ladeira.



Carro vai “enxergar” o buraco na rua
A cidade está esburacada com a ação das chuvas. O motorista não vê a cratera à sua frente e pode rasgar o pneu, amassar a roda, enfim, ter um prejuízo financeiro. E quando não, se envolver num acidente. Se você, que já enfrentou esses problemas não acredita que a prefeitura vai resolver o problema, poderá, no futuro, ter alternativa pra se livrar dos buracos. Uma empresa está criando um sistema que avisa o motorista da presença do buraco adiante: o sensor detecta o problema e alerta o motorista com um sinal no painel. O equipamento também ajusta suspensão do carro diante de uma irregularidade no terreno, tornando o impacto menos agressivo e reduzindo danos no veículo.

Sono ao volante mata
A sonolência ao volante é uma das principais causas de acidentes, ao lado da ingestão de bebidas alcoólicas e o uso do celular ao dirigir. É um comportamento de risco, mas evitável. É isso o que quer um grupo de entidades com a campanha “Não dê carona ao sono”, a ser lançada nesta sexta-feira, 24, com o objetivo de alertar o motorista sobre o problema e reverter esse hábito comum nas estradas brasileiras, que é dirigir com sono.
O Dr. José Heverardo da Costa Montal, presidente da Associação de Medicina no Trânsito, disse que o sono ao volante deve ser encarado como um vilão. “Se o indivíduo é privado de sono ou é portador de um distúrbio, tem chance muito maior de causar um acidente”, alertou. Os horários habituais para esse tipo de ocorrência são entre meia-noite e às 6h da manhã e entre as 2h e 4h horas da tarde, períodos em que o corpo humano apresenta maior propensão ao sono.

Noruega só terá carro elétrico
Metade dos carros vendidos na Noruega este ano são elétricos ou híbridos e a tendência é aumentar a participação desses veículos: a partir de 2025 o país vai proibir a venda de carro com motor a combustão. “O setor de transporte é o maior desafio da política climática para a próxima década. Devemos reduzir as emissões em ao menos 40% e isso só é possível eletrificando o parque automobilístico”, disse o ministro do Meio Ambiente da Noruega, Vidar Helgesen. Hoje existem 100 mil carros elétricos no país, o que já resultou na redução de 1 milhão de toneladas de C02 por ano jogadas na atmosfera.

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Este artigo foi publicado originalmente na Agência Autoinforme
joelleite@autoinforme.com.br

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